Os dados, sozinhos, não dizem nada. É entre um dado e outro que nasce o sentido. Quando os editais deixam de ser listas e se tornam relações, emergem atritos, desvios, histórias. Não é análise: é montagem da realidade.
A forma dos dados
Uma epifania diante dos editais públicos: não faltavam dados, faltava a forma. Entre pareidolia e burocracia, esta é a tentativa de transformar o acesso em compreensão e a transparência em algo que se possa realmente ver.